Sei que já te chamei espinho, mas foi por mera expressão artística. O espinho, invariávelmente, sou eu. Tu és a flor que eternizei - minha estrela, minha luz, meu luar e minha madrugada. Finjo que não existes, escondo, mas trago-te, ainda, no espartilho colado ao coração...
A Montanha no jornal Público
Há uma semana

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